É um sonho, qualquer coisa, não importa. Dessas coisas que se sonha, sem sentido, cheia de simbolismos etc e tal. É um pesadelo na verdade, cruel e impotente. Então abro o olho, de alguma forma a consciência de uma série de eventos dramáticos ou apenas infelizes inunda estas imagens e se funde com as cenas finais de uma epopéia surrealista. Abro os olhos, estas imagens e a consciência da presença de tais fatos tristes, infelizes, dramáticos se misturam e vou me levantando me assegurando de que é tudo, tudo isso que me vem a mente quando abro os olhos e aquilo tudo antes quando estavam fechados, tudo é um sonho. Mas enfim, me vejo refletida no espelho atráves do quarto, os cabelos desalinhados, a maquiagem borrada. E tudo isso sou eu.

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